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Projeto de servidor do câmpus é aprovado no Sinapse da Inovação PDF Imprimir E-mail
Seg, 04 de Junho de 2018 14:07

Síndrome-da-hiperpressão-patelar-300x284O projeto KneeMob, do servidor do Departamento Acadêmico de Eletrônica Daniel Dezan, foi um dos projetos aprovados para recebimento de subvenção financeira pelo programa Sinapse da Inovação da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi). O programa Sinapse da Inovação acolheu nesta edição as inscrições de mais de 1.700 ideias, sendo contempladas apenas as 100 propostas mais inovadoras, dentre elas o KneeMob.


O KneeMob é um aparelho para a mobilização da patela, técnica utilizada por fisioterapeutas em tratamentos de dores crônicas e em reabilitação pós-cirurgia de joelhos. Atualmente, essa mobilização é feita manualmente e o fisioterapeuta ensina o paciente a fazer em casa, pois é preciso repetir várias vezes ao dia. “É um procedimento essencial e a gente sabe que, muitas vezes, a pessoa começa a melhorar e vai esquecendo de fazer a mobilização em casa, o que pode acarretar problemas sérios no futuro. Por isso, nossa ideia é que vender os aparelhos para as clínicas e aí as clínicas podem alugar os aparelhos para os pacientes”, explica Dezan.

O projeto foi realizado em parceria com outros quatro pesquisadores: o bolsista Marcos Butignol, também egresso do IFSC; o fisioterapeuta e doutor em Biomecânica Marcelo Peduzzi de Castro; o médico ortopedista Carlos Pierri e o designer Marcos Galli de Bona.

Com a seleção no Sinapse da Inovação, o Kneemob receberá um aporte financeiro no valor R$ 60 mil para o desenvolvimento do produto. A premiação inclui ainda auxílio no valor de R$ 36 mil para contratação de bolsistas, suporte para o desenvolvimento do negócio, além de acesso a clientes e potenciais investidores.

Valorização do empreendedorismo no IFSC

Dezan, que também é tecnólogo em Sistemas Eletrônicos formado pelo IFSC, lembra que não foi a primeira vez que participou do Sinapse. “Quando estava na graduação, participei pela primeira vez. Acho até que era uma edição piloto. Não cheguei à fase final, mas essa coisa do empreendedorismo sempre foi uma coisa minha, sempre quis fazer. Mas com a graduação, depois o mestrado, acabei adiando”, conta.

Apesar de considerar a vontade de empreender como uma característica anterior ao seu trabalho no IFSC, o tecnólogo ressalta que a atual abertura da instituição para a formação empreendedora facilitou não só a seleção no Sinapse, como também permite aos estudantes uma visão mais ampliada sobre o tema, além de permitir uma maior rede de contatos. “Participando da comissão de estruturação do Núcleo de Empreendedorismo do Câmpus Florianópolis me ajudou muito, voltou a despertar a vontade de fazer. Quando eu tentei a primeira vez, o IFSC ainda era Cefet e não tinha essa visão de incentivar os estudantes e pesquisadores a realizarem projetos e transformá-los em negócios”.

 

Por Assessoria de Comunicação e Marketing

 

 

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