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Equipe do Câmpus Florianópolis é a mais bem colocada da Região Sul na Olimpíada Nacional de História PDF Imprimir E-mail
Sex, 27 de Setembro de 2019 16:54

Equipe VividuPela primeira vez, uma equipe do Câmpus Florianópolis chegou à final da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) e fez bonito: a Vividu foi a equipe mais bem colocada da Região Sul na competição. Formada pelas estudantes Maria Eduarda Lewandowski, da turma 211, Victória Firmino, turma 321 e por Victor da Silveira, da turma 414, o time voltou da competição presencial, realizada em agosto, em Campinas (SP) com uma menção honrosa. A entrega de certificados foi realizada no dia 18 de setembro, no auditório do Câmpus Florianópolis.


Entrega de certificados e menções a todas as equipes que participaram pelo CâmpusExperiente em outras olimpíadas do conhecimento, Maria Eduarda conta que algumas, como Matemática e Química, foram feitas por obrigação nas escolas em que estudava. Aqui no IFSC, participou voluntariamente da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e da ONHB. “Eu acho muito importante a participação dos estudantes nesse tipo de olimpíada, principalmente as que não são obrigatórias. Elas normalmente te levam a pesquisar e tentar entender conteúdos fora da grade obrigatória de ensino das escolas e levam a um crescimento pessoal muito grande. A OBA me fez pesquisar e aprender muitas coisas incríveis, e despertou meu interesse em certas áreas da física, o que facilitou meu estudo de alguns conteúdos pra escola mesmo. A ONHB me fez conhecer pessoas novas e desenvolver o trabalho em equipe, já que é realizada em trios e participei do grupo de estudos com mais outras equipes. Ela também me mostrou como é importante o conhecimento da história e da cultura do país, e despertou mais meu interesse pela área”, diz, já adiantando que quer participar da ONHB e da OBA no ano que vem – e talvez ainda a Olimpíada de Linguística e a de Geografia.

Para Victor, a metodologia da ONHB também é especial. “As outras competições focam no desempenho individual dos alunos, essa não. Ela é participativa, dá para debater bastante, focada bem nos diferentes pontos de vista. Ajuda a desenvolver o trabalho em equipe”.

Para ele, o maior desafio da Olimpíada esse ano foi a quinta fase. “Tivemos que fazer uma biografia de uma pessoa que é ou foi importante para a história local, porém que não é reconhecida nos livros didáticos. Aliás, esse era o tema da olimpíada esse ano: Os excluídos da História”, conta.

Para a professora Jaqueline Tondato Sentinelo, que orientou a equipe e preparou os alunos com a ajuda do professor Viegas Fernandes da Costa, a participação da Vividu e das demais equipes foi excepcional. “Foram mais de 18 mil equipes em todo o Brasil, 314 na final. Estamos muito orgulhosos e animados para continuar a preparação para outras competições”.

Jaqueline conta que o formato da ONHB é diferente porque o objetivo é promover a construção da História, para que os alunos entendam como se faz a documentação histórica. “A final é onde eles podem mostrar o resultado desse processo de construção histórica que aprenderam. Este ano, eles tiveram que elaborar um texto dissertativo baseado em nove trechos de notícias relacionados ao tema Violência, exclusão e banalidade do mal”, explicou a professora. Além de acompanhar os alunos na final, Jaqueline também participou de um curso de formação para os professores em Campinas.

Por Sabrina d'Aquino | jornalista | Assessoria de Comunicação e Marketing.

 

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