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Conciliação entre cuidados com a família e trabalho remoto é maior desafio para 37% dos servidores PDF Imprimir E-mail
Ter, 08 de Setembro de 2020 22:32

A Coordenadoria de Saúde Ocupacional (CSO) elaborou o segundo texto informativo sobre a saúde do servidor no contexto da pandemia Covid-19. O destaque é um dos pontos que mais trazem angústia a quem está fazendo home office neste momento: a dificuldade em lidar com as atividades domésticas e a realização do trabalho remoto.


grafico desafioA conciliação entre cuidados e atenção com filhos, idosos ou outro familiar que dependa do servidor e as atividades de trabalho foi apontada como o maior desafio por 37% das respostas válidas, seguida pela dificuldade de readaptar a rotina diária, com 31%. Os dados são do diagnóstico em Saúde Mental e Atenção Psicossocial, realizado no câmpus, em junho de 2020 (clique na imagem ao lado para ampliar).

Outro dado que chama a atenção é que 47% dos grupos familiares são compostos por crianças e adolescentes. Segundo a CSO, isso indica a necessidade de um desdobramento e sobrecarga dos pais, mães, trabalhadores que não podem ou não tem como acessar as redes de apoio socioeducativas e afetivas – e isso pode ser um problema em lares onde existem relações sociais já fragilizadas ou em situação de vulnerabilidade socioafetiva.

Essas dificuldades serão um dos temas do Café Virtual – em substituição ao projeto Café na Praça , uma live onde todos estão convidados a pegar sua xícara de chá, café ou um copo de suco, e a colocar o papo em dia tratando, especialmente, das diversas demandas causadas pelo atual contexto. A transmissão será dia 10, quinta-feira, a partir das 15h30min,  pelo Google Meet, em link a ser enviado no e-mail funcional.

Confira abaixo o informativo completo da CSO.

>>> Confira o informativo número 1 <<<

INFORMATIVO SAÚDE DO SERVIDOR, NO CONTEXTO DE PANDEMIA, COVID 19, Nº2

Caros colegas, servidores do IFSC Florianópolis,

Desejamos que todo (a)s estejam, junto com seus familiares, em boa condição de saúde!

Estamos aqui com mais um Informativo de Saúde do Servidor, para apresentar  agora informações gerais do diagnóstico em Saúde Mental e Atenção Psicossocial realizado no câmpus, em junho de 2020. Neste, trataremos um dos temas que mais tem chamado a nossa atenção, seja pelos dados do diagnóstico ou no acolhimento em saúde mental realizado aos colegas do câmpus. 

Trata-se do desafio do cotidiano dos servidores em lidar com as atividades domésticas e a realização do trabalho remoto, no contexto de uma pandemia.

Dito de outra forma: 

Como organizar o trabalho remoto em casa e a rotina familiar, neste contexto de pandemia, da COVID 19?

Do total das 35 perguntas do levantamento, os desafios mais vivenciados pelos servidores do IFSC Câmpus Florianópolis, nesse quesito, foi o de "conciliar cuidados e atenção com filhos, idosos ou outro familiar que depende de  mim mais as atividades de trabalho". Um percentual de 37% das respostas válidas, seguida pela dificuldade de readaptar a rotina diária, que teve um um percentual de 31% das respostas. 

Na questão que define a composição familiar, observamos percentual mais significativo de famílias compostas por pais e filhos. Um total de 47% de crianças e adolescentes compõem os grupos familiares dos servidores respondentes. O que indica, neste momento de pandemia, a necessidade de um desdobramento e sobrecarga dos pais, mães, trabalhadores que não podem ou não tem como acessar as redes de apoio socioeducativas e afetivas. Ou seja, com a pandemia, a organização da rotina diária das famílias sofreu uma ruptura inesperada e abrupta,  exigindo uma reestruturação. É um contexto gerador de estresses, angústias, receios, violências, rupturas e que, dependendo das referências e suportes anteriores à pandemia, podem ser intensificados ou ressignificados. Dito de outra forma, as relações sociais já fragilizadas ou em situação de vulnerabilidade e risco socioafetivo, no contexto de pandemia, sem um suporte necessário e efetivo, tendem a se fragilizar mais ainda. 

Sendo assim, a informação precisa e confiável, o diálogo autêntico e seguro devem ser estimulados nas relações familiares. O vínculo positivo entre os membros da família é o alicerce para a preservação das redes socioafetivas. E isso pode acontecer de uma forma ainda mais qualificada, ainda que neste momento de tanto estresse e medo. A chave para isso acontecer é o autoconhecimento e a autopercepção. É fundamental, para tanto, o investimento nas estratégias de enfrentamento e a busca de apoio, caso seja necessário. 

O medo e a insegurança que estamos vivendo tem nome e endereço certo e está em cada um, independente da condição social, da  idade, do gênero, da religião, cultura, etnia, etc. Mas, também não podemos subestimar a capacidade humana de enfrentar e ressignificar os atropelos na luta diária pela sobrevivência. E com as crianças e os mais jovens, não é diferente. Esses, inclusive, possuem uma força vital e criativa que pode ser importante aliada no enfrentamento dos desafios atuais. 

Por outro lado, superar os obstáculos diários é também se dar a oportunidade de voltar a ser criança, ser jovem, mesmo que estejamos sem eles por perto. Reservar um tempo para as brincadeiras, os jogos, as diversões em família, mesmo que seja por via remota. Estimular e valorizar aquilo que alimenta e nutre as relações, os afetos, a manutenção da vida! 

Essa é uma questão que será socializada e debatida no café virtual, do Programa QVT, do mês de setembro. 

Precisamos falar, escutar, olhar para o outro como alguém que também está sofrendo, mas que, como nós, está tendo a chance de viver uma experiência que poderá nos transformar em diversos aspectos.

Ainda que estejamos lidando com a insegurança e imprevisibilidade sobre o futuro, a vida pulsa, no aqui e agora! Venha participar conosco do café virtual: vamos enfrentar juntos essa situação de pandemia e isolamento, nos aproximando, ainda que virtualmente.

“Estamos juntos, pra trazer esperança. E não, para ser apenas só mais uma lembrança.” (Luciane Rabello).

Participe!



* Referências para conversar e ler junto com as crianças:

Série Pequenos Cientistas - Coronavírus

Cartilha Vamos nos Proteger

Materiais para crianças com deficiências:

Site Movimento Down

Comunicação Alternativa sobre coronavírus

Informações sobre coronavírus para comunidade surda



“Cabe a nós tentarmos fazer com que esse filme seja uma lição de superação e humanidade” (Denize Oliveira).



vidaquebrotaPorque a vida que brota no câmpus ainda nos espera!


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Equipe Técnica: Letícia Wiggers, Maria da Conceição Corrêa.

 

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