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Projeto do curso de Química do Câmpus Florianópolis sobre reaproveitamento das conchas de ostras é finalista da Febrace PDF Imprimir E-mail
Sex, 19 de Março de 2021 19:09

Projeto atuou em bairros de FlorianópolisO projeto "Reaproveitamento dos resíduos de conchas de ostras provenientes de restaurantes e áreas de cultivo de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa”, do curso técnico integrado em Química do Câmpus Florianópolis é um dos nove finalistas catarinenses da 19ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace).


Com orientação da professora Claudia Lira, co-orientaçãoo da professora Berenice Junkes e realizada pelas alunas Sara Hernampérez Walter e Mariana dos Santos Dick, a pesquisa envolve metodologias para utilizar o resíduo das conchas das ostras como adubo, para corrigir a acidez o solo em substituição ao calcário. A votação para escolha do vencedor é popular e você pode dar o seu voto ao projeto neste link (basta clicar em “curtir” abaixo da foto). A votação utiliza o perfil do Facebook e vai até dia 29 de março.

Sobre a Febrace

A 19ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) começou dia 15 de março e teve cerca de 1.250 projetos inscritos, submetidos por mais de 4 mil estudantes. Destes, foram escolhidos 345 projetos finalistas em exposição na Plataforma FEBRACE Virtual, por onde também serão transmitidas palestras e lives com especialistas e autoridades.

Os projetos foram desenvolvidos por 716 estudantes de 295 escolas do ensino fundamental, médio e técnico de todo o País, com a participação de 482 professores, que atuaram como orientadores dos projetos. No total, foram cerca de 1.250 projetos inscritos, submetidos por mais de 4 mil estudantes, diretamente ou por meio de uma das 75 feiras afiliadas. Os projetos finalistas serão julgados e premiados pela criatividade e rigor científico.

A pesquisa

A cidade de Florianópolis em Santa Catarina é um polo produtor de ostras e mariscos, tendo áreas de cultivo concentradas principalmente nos distritos de Santo Antônio de Lisboa, Sambaqui e Ribeirão da Ilha. Apesar de ser uma atividade econômica de grande importância para a comunidade, gera significativos impactos ao meio ambiente. As conchas e moluscos não aproveitados são muitas vezes descartadas no mar, ou em terrenos no entorno das áreas de produção e consumo, sem nenhum tratamento, gerando assoreamento, poluição e mau cheiro. No entanto, esses resíduos contêm grande quantidade de calcário, mineral muito consumido por indústrias de aditivos agrícolas.

Os corretivos de acidez do solo são aditivos vastamente utilizados pela agricultura. O calcário, composto majoritariamente por carbonato de cálcio (CaCO3), atua corrigindo a acidez do solo, possibilitando a disposição de alguns nutrientes essenciais para as plantações. Neste projeto, pesquisou-se formas sustentáveis para redução do descarte inadequado de conchas de ostras provenientes das regiões de maricultura e restaurantes nas regiões de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa, visando seu reaproveitamento para a produção de corretivo de acidez de solo. Foram realizadas coletas do resíduo in loco e executadas análises químicas e físico-químicas do material e ensaios de poder de neutralização (PN). Os resultados indicaram a composição dos resíduos de conchas com percentual de carbonato de cálcio superior a 93% presente nas amostras, obtendo valores de PN superiores a 70%, atendendo à legislação vigente e podendo o material obtido no estudo ser indicado para uso como corretivo de acidez do solo.

Link para votação: https://febrace.org.br/virtual/2021/EXA/213/


Por Assessoria de Comunicação e Marketing.

 

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